Ensino

16.02.2012

Nada como estudar

Anderson Rodrigues, Fabiana Andrade e Natasha Nunes voltam à sala de aula.

P&D, Sala de aula

Eles sabem perfeitamente qual é a importância da busca constante por conhecimento, afinal, fazem parte do P&D. Por isso, já estão ou estarão em breve, em sala de aula, novamente, e hoje nos falam sobre a necessidade de se manter atualizados e vivenciar os dois lados desse ambiente educacional.
 
Fabiana Andrade está fazendo um curso de especialização para formação de educadores em didática do ensino bilíngue. “São dois anos e meio de curso e, na semana que vem, inicio o segundo semestre. Está sendo muito proveitoso estudar o bilinguismo, já que trabalhamos com o ensino do idioma inglês”, explica.
 
“Como coordenadora regional, engrandece muito o meu trabalho, pois posso contribuir para o processo de formação profissional dos coordenadores nas Skype Sessions e nas reuniões presenciais, além do feedback para professores em aulas assistidas nas visitas”, diz Fabiana. Ela destaca, também, que essa especialização contribui para trabalhar com as diferentes metodologias oferecidas pelo Ometz Group.
 
Quem também voltou aos bancos escolares é Natasha Nunes. “Acabei de começar a fazer aulas de Francês junto à equipe de professores de Ipanema por dois motivos: realizar a vontade de aprender uma nova língua e voltar ao papel de aluno. Pretendo começar a minha pós-graduação em abril, o mais tardar em junho, para me especializar em Educação”, conta.
 
Para ela, que trabalha diariamente com a produção de materiais acadêmicos, estar no papel de aluno nos permite ver a nossa produção por dois lados. “Entender essa perspectiva é fundamental para que o nosso trabalho seja eficiente e evolua sempre”, ressalta.
 
“Engraçado que, às vezes, mesmo inconscientemente, chegamos a questionar como um aluno não entende este ou aquele tópico que apresentamos em sala. Então, quando você entra numa sala de aula, sendo um aluno iniciante de uma língua estrangeira, sem conhecimento algum sobre ela, percebe que o seu comportamento é idêntico àquele que percebemos nas nossas turmas”, exemplifica Natasha.
 
E continua. “Eu, por exemplo, que geralmente não sou considerada tímida, morri de vergonha de pronunciar a minha primeira frase em francês! É fascinante e abre bastante os horizontes, além de derrubar quaisquer preconceitos que possamos ter”.
 
Anderson Rodrigues já está com o pé na sala de aula. “Este ano, pretendo fazer outra pós, mas, agora, em ensino de língua inglesa e novas tecnologias. Em um mundo onde tudo é online, incluindo o nosso trabalho, saber como tudo funciona e poder aplicar no dia a dia é fundamental. Se tudo der certo, começo em maio e termino final deste ano”.
 
Lucimara Savi

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3 COMENTÁRIOS

  • 17.02.2012 | 08H02 DE:

    Thimoteo Barbosa

    É isso aí! Desenvolva-se!!! Sempre.

  • 17.02.2012 | 00H02 DE:

    Cris

    O interesse em se aprofundar nas áreas afins à profissão que abraçamos mostra dentre muitas outras coisas o imenso profissionalismo da equipe.

  • 16.02.2012 | 15H02 DE:

    Livia - YM Barra Funda

    Gostaria de ter tido a oportunidade de fazer o mestrado logo após a faculdade, mas infelizmente não foi possível. Parabéns pela volta aos estudos, é um exemplo lindo!

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